Era noite em Tóquio. Chovia.
Eu havia esquecido meu netbook em casa. Que pena, precisava muito dele. Saí e comprei um novo por apenas dez cédulas de 10 dólares japoneses. "Vou vendê-lo quando voltar, no Brasil ele vale até mais", pensei enquanto voltava para o apartamento.
Já de volta, saía de casa para vendê-lo quando vi minha cunhada lavando a sua orca, mais quadrada do que a minha, na frente de casa. Eu a ajudei, enquanto meu irmão nos falava sobre o perigo de encerar demais a pele das baleias. "Estraga o verniz que vem de fábrica", dizia.
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