segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Fim de tarde, o sol se punha. Eu olhava para uma borracha já meio gasta, que minha professora me emprestara nova em folha. "Preciso devolvê-la logo", pensei.

Estava sentada no chão, com a televisão da sala de casa ligada. Olhei pelas janelas e o céu ainda estava amarelado. Segundo o relógio do computador sobre a mesa, já eram onze e pouco da noite. Por que diabos o sol não se põe? Não vai escurecer nunca mais?

Alguém saiu andando rápido da sala. Aonde ele vai? Ele precisa voltar! Mas antes vou postar uma coisinha no Twitter e depois tento encontrá-lo.

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